quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Quantas vidas cabem em uma existência?


Quantas vidas cabem em uma existência?

A pergunta formulada por uma das seis mulheres que compartilham as guinadas que deram em suas vidas,  nos vídeos da campanha publicitária  ‘Velha pra isso’ da Natura (*),  pode não ter sido articulada exatamente com essas palavras, mas o seu significado e a intensidade com que foi proferida me induziram a pensar. A refletir sobre quantas vezes limitamos nossas escolhas, para que elas correspondam a um modelo ideal; quantas vezes reprimimos nossa vontade, para nos enquadrar ao que (achamos) se espera de nós; quantas vezes seguimos a determinação de que há uma idade adequada para tudo.

Sim, a tal da idade certa. 


A idade certa para escolher a profissão; a idade certa para fazer faculdade, se formar e começar a trabalhar; a idade certa para se apaixonar, sofrer por amor, deixar de sofrer por amor e se aprumar; a idade certa para achar a pessoa, com P maiúsculo, casar e ter filhos; a idade certa para reconfirmar essa união, com tudo o que ela tem de bom e de ruim; a idade certa para abrir mão do casamento, se divorciar,  vencer o luto da separação e casar de novo (ou não); a idade certa para entrar em crise em relação à primeira profissão e mudar de carreira;  a idade certa para repensar a segunda (terceira, quarta…) opção e começar tudo outra vez; a idade certa para pisar no freio; a idade certa para acelerar…

Sim, assim. Como a se a vida seguisse um só roteiro e a tal da idade certa realmente existisse com todos os tempos precisamente cronometrados. Como se tempo e sentimentos se relacionassem cartesianamente; como se os desejos, as paixões, as inquietações, os medos e as descobertas marcassem data e hora para se manifestar. Como se tudo o que fugisse ao estipulado por essa agenda draconiana fosse ilegal, imoral, ou engordasse. (Só espero que o rei, Roberto Carlos, e o Tremendão, Erasmo,  não me processem pela alusão à letra de uma de suas canções nesse contexto :--D). 

Assim, sim. Porque, nesse contexto, não ter dia e hora marcados para tudo implica andar à deriva, como os antigos navegadores, quando perdiam o rastro das estrelas e se viam privados dos ventos. Sua única saída era sobreviver à calmaria, enfrentando o turbilhão de reflexõoes e devaneios que a estagnação sob o sol e sal marinhos impingem. As  a-l-u-c-i-n-a-ç-õ-e-s! Derivações de sonos mal dormidos,  picotados pelo desejo de sonhar além dos calendários.

Talvez tenha sido por conta de uma delas que as minhas escolhas não tenham seguido o roteiro convencional. Aquele que prenunciava minha permanência na pequena cidade onde nasci e cresci, escolhendo uma profissão que fosse exercer ali, me casando e constituindo família com alguém de lá. Tudo na chamada idade certa. Talvez tenha sido uma dessas visões que me fez bagunçar o script, para reescrevê-lo do meu próprio punho, com os garranchos não domados pelas tantas aulas de caligrafia da escola primária. Uma história recheada de espaços para improvisos, que me fortaleceu com o exercício do jogo dos contrários: E se?... Vai saber o que teria sido…

É…, acho que viajei na maionese, com essa reflexãao sobre os diversos caminhos que mapeiam a passagem do tempo. Sobre essa tal de idade certa, que tanto determina e oprime quem a ela se submete e tanto confronta quem contra ela se rebela.  Sobre as personas que encarnei, em submissão e as que me neguei a personificar em rebeldia, ou vice-versa. Sobre ser ou não velha demais para… 

… Ainda sonhar com outra profissão, tingir o cabelo de vermelho, me inquietar com o que parece garantido,  usar jeans pra lá de surrados, sentir medo de perder o que parece garantido, pintar as unhas de amarelo-dourado,  brigar pelo que parece garantido, calçar sapatos turquesa-cetim,  garantir, garantir e garantir que nada  está totalmente garantido. Porque tudo é transitório e mesmo aquilo que dura uma vida inteira, muda, se renova.

E já que é assim: que eu tenha coragem. Coragem para rasgar as fantasias, as personas, os fantasmas, as alegorias que usei até aqui; coragem pra recolher os retalhos e reiventar o que vou vestir a partir de agora; coragem para ajeitar os óculos, alcear as sobrancelhas e, independente da idade, mais uma vez, subverter o script. Quem sabe, começando por escrever:  jovem, eeeeu? Jovem, pra que?  Pra que mesmo?!!!

Fonte: https://veradiasduasvezestrinta.blogspot.com.br/2016/11/velha-demais-pra-isso-too-old-for-that.html?spref=fb
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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Como preparar o envelhecimento seguro de pessoas com Síndrome de Down


Estima-se que a cada 800 recém-nascidos, um tenha Síndrome de Down, distúrbio genético em que ocorre a trissomia do cromossomo 21. É justo nesse cromossomo que ocorre a produção de Beta Amiloide, uma proteína que se acumula no cérebro e forma as placas presentes nos pacientes com Alzheimer.
Outra proteína produzida pelo cromossomo 21 é a SOD (enzima superóxido dismutase) que quando presente em pessoas jovens resulta no envelhecimento precoce. E, devido a terceira cópia do cromossomo 21, que pessoas com a síndrome têm maiores níveis dessas proteínas e são mais propensas ao envelhecimento precoce e ao desenvolvimento de Alzheimer e outras condições semelhantes.
Felizmente, a expectativa de vida para pessoas a síndrome, que até a década de 70 era de 30 anos, hoje em dia dobrou! O que leva-nos a pensar: como preparar o melhor envelhecimento de pessoas com Síndrome de Down possível? Separamos uma lista do que deve ser feito de imediato:

Estimule a inclusão social

A inclusão social é um fator muito importante se tratando do envelhecimento de pessoas com Síndrome de Down, pois ela é determinante para a qualidade de vida e está diretamente relacionada à longevidade.
Apesar de já terem sido dados grandes passos, ainda existem obstáculos causados pela falta de conhecimento e pelopreconceito, tornando a plena participação na escola, no trabalho e no lazer um desafio.
Por isso, o ideal é começar praticar a inclusão desde cedo para garantir um envelhecimento mais saudável. Os pais precisam compreender que o filho com Síndrome de Down deve ser tratada como qualquer outra criança, sem necessidade de superproteção. Isso estimula o potencial existente em cada indivíduo, fazendo com que seja possível e desenvolvimento e conquista da autonomia que será essencial em sua vida adulta.

Previna as principais doenças

O sistema imunológico das pessoas com Síndrome de Down é consideravelmente fraco, condição diretamente proporcional à idade. Por isso, a prevenção de doenças é fundamental para um envelhecimento de pessoas com Síndrome de Down mais saudável.
A pessoa com a síndrome, ao envelhecer, está mais propensa a enfrentar doenças que acometem pessoas na terceira idade, como problemas oftalmológicos, auditivos e cardíacos – a diferença é que pode ocorrer mais precocemente, por volta dos 40 anos. Os problemas na tireoide, miopia, catarata, obesidade e apneia do sono são os mais comuns.
Há também maior incidência de ansiedade, depressão, demência e Alzheimer, já que estima-se que a partir dos 40 anos 25% das pessoas com down já apresentem perda das funções cognitivas. Depois dos 60 anos esse índice sobe para 65%.
Por isso, o acompanhamento médico frequente é indispensável para ficar de olho e prevenir as doenças que podem surgir conforme a o envelhecimento da pessoa com a síndrome durante o passar dos anos.

Prepare uma rotina mais saudável

Todos nós, com Síndrome de Down ou não, precisamos de uma rotina adequada para garantir uma vida longa e um envelhecimento mais saudável. Isso significa que é preciso incluir a prática de exercícios físicos, alimentação e descanso adequados na rotina diária. Por isso pais, fiquem atentos desde cedo: regrar os hábitos das crianças é essencial para que cresçam com disposição, tornando-os adolescentes saudáveis e, por consequência, adultos mais bem preparados para envelhecerem
Para encontrar os melhores exercícios para pessoas com Síndrome de Down indica-se consultar um profissional para desenvolver uma rotina de exercícios adequada. No geral, são indicados exercícios que visam melhorar a postura, o equilíbrio, a resistência e a força. Além disso, a prática de esportes é recomendada desde a infância.
Quanto a alimentação, é de extrema importância contar com um cardápio saudável, nutritivo e não muito calórico, já que quem tem a síndrome de down é mais propenso à obesidade. Além disso, o cuidado com o colesterol alto causado pelo consumo de sal e gorduras também deve ser tomado, já que a síndrome também pode causar problemas cardíacos, como a hipertensão.
É fundamental compreender que cada um se desenvolve em um ritmo diferente. Porém, quanto mais a pessoa for estimulada, saudável e incluída, melhor será para a sua evolução e sua qualidade de vida, garantindo umenvelhecimento saudável! Aproveite e confira também o Debate realizado no Programa Brasil das Gerais: “Quem vai cuidar dos nossos filhos com deficiência?”.
Viu como é preciso se preocupar com as questões do envelhecimento ainda que em idade pouco avançada? Você já estava atento a essas questões? Escreva pra gente suas experiências e baixe nosso e-book para esclarecer mais dúvidas sobre desenvolvimento e inclusão!
Fonte: http://www.incluo.com.br/blog/como-preparar-o-envelhecimento-seguro-de-pessoas-com-sindrome-de-down/
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Brasil não discute moradias para idosos


A vida mais longa é um dos bons subprodutos do mundo moderno. Se for pensada e bem planejada, pode ficar ainda melhor. Por isso vários fatores que influenciam na qualidade de vida aparecem cada vez mais na pauta das discussões sobre longevidade, com exceção de um dos mais importantes: a moradia.
“Tenho estudado muito o assunto e percebi que, nos Estados Unidos e na Europa, essas discussões já estão muito mais avançadas do que no Brasil”, afirma Marília Viana Berzins, presidente do Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento (Olhe).
Para estimular o debate sobre o tema, organizou o workshop 00. Segundo Berzins, o intuito foi apresentar iniciativas que já existem no país e estimular o surgimento de outras. “O futuro do Brasil é a velhice”, justifica.
Participaram representantes de três projetos _ República dos Idosos, de Santos (SP); Cidade Madura, de João Pessoa (PB); e Vila dos Idosos, de São Paulo (SP), e de uma empresa do mercado imobiliário que já está olhando mais para a fatia do mercado dos idosos, a construtora J. Bianchi, de Mogi das Cruzes (SP).
Poucas unidades, entre todas as iniciativas apresentadas, no entanto, oferecem itens de acessibilidade, o que parece ser um dos grandes desafios do setor.

Conheça um pouco sobre cada uma das iniciativas:

República dos Idosos – Santos (SP)
A ideia é semelhante à das repúblicas de estudantes. Os idosos mantêm sua autonomia, mas contam com uma rede de apoio da prefeitura nas áreas cultural, familiar, da saúde e social. O aluguel custa R$ 108, em imóveis da prefeitura, com grupos de no máximo dez moradores, e o morador arca com luz, água, gás e fundo de reserva, totalizando uma mensalidade de R$ 180.
O critério para participar é ser maior de 60 anos, ter autonomia, morar na cidade, ter renda de até dois salários mínimos e não ter vínculo familiar em Santos. Já passaram pelas três casas do projeto 225 idosos em 20 anos. Atualmente há 29 moradores e uma lista de espera de 52 idosos.
Segundo Celiana Nunes, chefe da seção de repúblicas da Prefeitura de Santos, um dos principais desafios é encontrar novos imóveis para ampliar o projeto, pois a maioria à venda são sobrados, pouco acessíveis aos idosos.

Cidade Madura – João Pessoa (PB)
É um residencial fechado com 40 casas adaptadas para idosos, sob administração da Companhia Estadual de Habitação Popular da Paraíba. As unidades são para duas pessoas com mais de 60 anos, têm 54 m₂ e uma área comum com praça, pista de caminhada, redário, mesas de jogos, aparelhos de ginástica, centro de convivência, horta comunitária, biblioteca, sala de vídeo e um núcleo de saúde com enfermeiras e psicólogos.
O idoso recebe uma concessão e pode morar com o cônjuge ou outro acompanhante que tenha mais de 60 anos de idade. Não existe aluguel. Os moradores pagam as despesas e R$ 50 de taxa de limpeza por mês. De acordo com o psicólogo Fabrício Oliveira, os critérios para ser candidato a morador, além da idade, são: não ter casa própria, ganhar até cinco salários mínimos e ser capaz de viver sozinho.
Além do condomínio de João Pessoa, já foram inaugurados no interior do Estado outros dois, em Campina Grande e Cajazeiras, em 2015 e 2016. Um quarto empreendimento está em obras e deve ficar pronto em novembro deste ano, em Guarabira. Atualmente o Estado tem uma fila de 80 idosos à espera de vagas.

Vila dos Idosos – São Paulo (SP)
 Parte do Programa de Locação Social da Secretaria de Habitação do Município de São Paulo (SEHAB), o empreendimento fica no Pari (região central da capital) e tem cerca de 145 unidades para famílias em situação vulnerável, 57 apartamentos de 1 quarto, sala, cozinha e banheiro e 88 quitinetes, das quais 25 unidades (9 apartamentos e 16 quitinetes) são adaptadas com barras de segurança no banheiro e portas mais largas para cadeira de rodas, todas localizadas no térreo.
Os gastos variam de R$ 100 a R$ 130 por mês, dependendo da renda do morador. Entre os critérios exigidos para morar no residencial, lançado em 2007, estão ter mais de 60 anos, renda máxima de três salários mínimos e autonomia para viver sozinho.
Segundo Cleusa Aparecida de Jesus, diretora técnica da DEAR- Centro da SEHAB, a fila de espera “é gigantesca”, porém a Companhia Metropolitana de Habitação (COHAB) está fazendo um mapeamento dos prédios públicos desocupados ou com ocupação parcial da cidade de São Paulo que podem ser reaproveitados no programa.

Construtora J. Bianchi – Mogi das Cruzes (SP)
 A J. Bianchi, de Mogi das Cruzes, está investindo no mercado de imóveis para idosos, de olho nessa fatia crescente do mercado. “As empresas estão sempre buscando se diferenciar, e uma maneira de fazer isso é investindo em públicos específicos”, disse Fábio Bianchi, diretor da empresa.
A construtora já lançou e vendeu dois prédios residenciais incorporando alguns dos itens do design universal (pensado para todos os tipos de idades, dificuldades e limitações), em Suzano (2009) e Mogi das Cruzes (2010).
Com o sucesso, entregou outros dois empreendimentos, em 2014 e 2015, nos mesmos municípios e com as mesmas características: altura diferenciada de tomadas e interruptores; portas mais largas do que 60 cm e caixilhos com persiana de enrolar. No total, já foram lançados 228 unidades com esse conceito.
“Neste momento, estamos estudando um conceito diferente. Desenvolver um produto pensando na longevidade dos moradores, na facilidade de locomoção e no conforto dentro do apartamento e em sua área comum”, anuncia Bianchi. Um dos desafios a serem vencidos, segundo ele, é a dificuldade de financiamento para pessoas maiores de 80 anos.
Fonte: http://institutomongeralaegon.org/estilo-de-vida/brasil-nao-discute-sobre-moradia-de-idosos
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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Lambari também no Circuito das Águas


Condecorada Estância Mineral em 1970, Lambari, localizada no sul de Minas, faz parte do Circuito das Águas e fica a 369 km de Belo Horizonte. 

Dona de uma beleza natural singular, a cidade atrai muitos turistas devido às suas nascentes de águas medicinais. O Parque das Águas é um paraíso onde o turista pode vivenciar o sossego da cidade, além de poder desfrutar das terapêuticas fontes de águas minerais e das diversas áreas de lazer.

O famoso Cassino, construção datada em 1910, foi edificado à beira do Lago Guanabara, no centro da cidade. Atualmente foi todo restaurado.

O lago serve para a prática de esportes náuticos como Jet-ski, lanchas e até para passeios de barco e pescaria. Ele também oferece agradáveis passeios de charrete em sua orla, entre outras atrações.

O município ainda conta com reservas ecológicas, encantadoras cachoeiras e uma serra que, no cume de seus 1300 metros, permite uma belíssima vista panorâmica além de possuir uma rampa para voo livre.

Os eventos culturais são fortes na cidade, como Congados, Festa da Padroeira, Festival de Gastronomia, um famoso Carnaval, encontro de motociclistas, entre outros.

O município dispõe de um artesanato em madeira, couro e bolsas e chapéus feitos em palha de milho e corda, além de deliciosos queijos e doces caseiros. 





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Caxambu e suas atrações


A maior atração turística da cidade de Caxambu no sul de Minas Gerais é o Parque das Águas, o Parque possui cerca de 210.000 m2 de área e oferece atrações para todos os gostos e idades. O Parque das Águas tem 12 fontes de águas minerais, gasosas e medicinais, com propriedades diferentes umas das outras. Uma natureza exuberante se apresenta entre bosques, jardins e alamedas de grande beleza paisagística. Caxambu possui um ambiente perfeito para passeios tranqüilos e revitalizantes, descubra Caxambu. 


1- Fonte Beleza: 
Água mineral alcalino-bicarbonatada e férrea.
É indicada para o aparelho digestivo.
2- Fonte Conde D’Eu e Dona Isabel: 
Água mineral alcalino-gasosa e alcalino-terrosa, altamente ferruginosa. Indicada para anemia.
3- Fonte D. Pedro: 
Água mineral radioativa, supercarbônica, gasosa forte.
É tônica e digestiva. Água de mesa.
4- Fonte Viotti: 
Água mineral radioativa forte, gasosa forte.
É indicada para os rins.
5- Fonte Dona Leopoldina: 
Água mineral alcalino-bicarbonatada, alcalino-terrosa, cálcica e magnesiana. É indicada para o fígado e intestinos.
6- Fonte Duque de Saxe: 
Água mineral alcalino-bicarbonatada, alcalino-terrosa e sulfurosa. Contém enxofre. Indicada para vesícula biliar e fígado; também como auxiliar no tratamento da sífilis.
7- Fonte Venâncio: 
Água mineral alcalino-bicarbonatada, alcalino-terrosa e sulfurosa. É indicada para banhos carbo-gasosos e pressão alta.
8- Fonte Mayrink: 
nº 1 – água mineral acídulo-gasosa e radioativa. Indicada para gargarejos.
nº 2 – água mineral acídulo-gasosa e radioativa. Colírio de primeira ordem, desafia qualquer irritação nos olhos.
nº 3 – água mineral neutra e sem gás. É usada para o engarrafamento.
9- Fonte Enerstina Guedes: 
Água mineral alcalino-bicarbonatada e alcalino-terrosa. É altamente radioativa. Excelente para banhar algumas doenças de pele.
TIPOS E CARACTERÍSTICAS DE NOSSAS ÁGUAS
FERRUGINOSA: 
Indicada para diferentes tipos de anemia, parasitose, alergias e acne juvenil. Estimula o apetite.
MAGNESIANA: 
Boa para o fígado e intestinos, indicada para casos de enterocolite crônica, insuficiência hepática e fermentação intestinal.
RADIOATIVA: 
Diurética, dissolve cálculos renais e biliares, além de favorecer a digestão. Atua como calmante, contra reumatismo, filtra o excesso de gordura do sangue, elimina ácido úrico, diminui a viscosidade do sangue, tem ação analgésica nas afecções renais, é estimulante glandular e da sexualidade. Diminui a pressão sangüínea e é laxante.
CARBOGASOSA:
Diurética e digestiva, é ideal para acompanhar refeições. Rica em sais minerais, ajuda a repor energia dos atletas, além de facilitar o trânsito intestinal e estimular o apetite. Eficaz contra hipertensão arterial, cálculos renais e de vesícula.
SULFUROSA: 
Indicada para casos de reumatismo, doenças de pele, artrite e inflamações em geral.
CÁLCICA:
Indicada para casos de raquitismo e colites, consolidação de fraturas. Reduz a sensibilidade em casos de asma, eczemas, dermatoses e bronquites. Tem ação diurética.
BICARBONATADA SÓDICA:
Indicada contra doenças estomacais, como gastrites e úlceras gastroduodenais, hepatite e diabetes.
ALCALINA: 
Diminui a acidez estomacal e é bom hidratante para a pele.
ÁCIDA: 
Regulariza o pH da pele.
CARBÔNICA: 
Hidrata a pele e reduz o apetite.
Balneário Hidroterápico
Sua construção é do início do século. O prédio é dividido em duas alas: masculina e feminina. Nos corredores e hall de entrada, os azulejos e pisos portugueses datam da época de construção do balneário e são todos decorados, formando desenhos e belos mosaicos. A Prefeitura é responsável por sua administração e conservação.
Funciona, de terça a sexta-feira, das 08:30h às 17:00h. Sábado e domingo, de 07:00h às 18:00h.
OS BANHOS: 
São banhos de imersão com água mineral em banheiras estilo colonial.
1- Banho Perolado:
Para o relaxamento e afecções na pele.
2- Banho Espumante Perolado:
Com alga marinhas. Indicado para nutrir e revitalizar a pele.
3- Banho Espumante Simples: 
Indicado para o emagrecimento.
4- Banho Turco:
I ndicado para redução de gordura.
5- Banho Sulfuroso com Pérolas de Ar:
Indicado para o relaxamento, afecções dermatológicas, artrite, dores musculares e ácido úrico.
6- Banho Sulfuroso Simples:
Indicado para artrite e doenças reumáticas.
DUCHAS: 
1-Circular: 
Calmante e relaxante.
2-Escocesa: 
Relaxante ou excitante.
SAUNA:
1- Filandesa: 
A vapor, indicada para desintoxicação do organismo. Fluidifica secreções pulmonares – Necessita de orientação médica.

O Parque das Águas de Caxambu MG, também abriga o suntuoso Balneário de Hidroterapia, um tradicional centro hidroterápico, que oferece banhos de imersão em água mineral, piscina de hidroterapia, saunas a vapor e secas, duchas, além de vários tratamentos estéticos. 


Balneário HidroterápicoSua construção é do início do século. O prédio é dividido em duas alas: masculina e feminina. Nos corredores e hall de entrada, os azulejos e pisos portugueses datam da época de construção do balneário e são todos decorados, formando desenhos e belos mosaicos. A Prefeitura é responsável por sua administração e conservação. Funciona, de terça a sexta-feira, das 08:30h às 17:00h. Sábado e domingo, de 07:00h às 18:00h.

E não para por ai, além das fontes e do balneário, o Parque das Águas ainda oferece outras atrações como: piscinas de água mineral, lago e pedalinhos, pista de cooper, quadras esportivas e um teleférico que o levará ao topo do Morro Caxambu para uma deslumbrante vista da cidade.




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Fundação Cimas: Qualidade de Vida


A Fundação Cima’s, criada em 25 de março de 1987, pelo Professor Elias cima, é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos. Onde se realiza pesquisas com ervas medicinais para preservação de doenças e melhoria na qualidade de vida, com um sistema de vida natural. Para isso, a caminhada é colocada como o melhor exercício para o corpo, com ritmo e continuidade. Uma boa alimentação, e a ingestão de bastante água são também indispensáveis na condição física.

Com uma técnica exclusiva, a Fundação Cima’s elimina definitivamente todas as manchas senis das mãos e do rosto com uma única aplicação de produtos naturais, desenvolvidos em seu próprio laboratório. Essa técnica foi apresentada no FANTÁSTICO em 1981 e em vários congressos no exterior.

Outro trabalho desenvolvido é a prestação de serviços à comunidade, com distribuição de cestas básicas a famílias carentes; atividades educacionais com capitação de mão-de-obra para o primeiro emprego, palestras sobre saúde e qualidade de vida.

Fundação possui a Cápsula do Tempo. Confeccionada em granito negro, na forma de um retângulo perfeito, e constituída por dois quadrados. Os assírios acreditavam que este retângulo produzia mais energia que a pirâmide. O monumento foi potencializado com um cristal rosa da Amazônia, que capta as energias negativas, transformando-a em positivas e devolvendo-as ao meio ambiente. Em seu interior, estão guardados vinhos, queijos, licores, revistas, cd’s, documentos de identificação de um cidadão e mensagens de escolares, com o objetivo de estabelecer a comunicação com os povos do futuro. A cápsula foi preparada para ser aberta em 25 de março de 2126, ano em que a NASA prevê a colisão de um meteorito de 40 km de diâmetro com a Terra.

A Fundação, ainda mantém o maior acervo da América Latina, do surrealista, Salvador Dali, com réplicas originais, fotografias e pertences do gênio espanhol, que podem ser vista em exposições permanentes.

(Texto: Juliano Mendes)


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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Baependi, terra de Nhá Chica


De acordo com relatos sertanistas, a região sul-mineira ficou conhecida pelos europeus a partir de 1601. Até então, a região era habitada pelos índios puris. A conquista europeia de Baependi aconteceu, no entanto, em fins do século XVII, por volta de 1692, quando os paulistas Antonio Delgado da Veiga, seu filho João da Veiga e o tio de Miguel Garcia Velho, o capitão Manoel Garcia Velho, partiram de Taubaté, em São Paulo, em busca de ouro. Transpondo a Serra da Mantiqueira, alcançaram um sítio que chamaram Maependi

Cidade remanescente do chamado Ciclo do Ouro em Minas Gerais, Baependi se desenvolveu ao longo do caminho da Estrada Real - a primeira grande via de comunicação regular no Brasil -, que ligava a região das minas a Paraty, no Rio de Janeiro, porto de onde saía o ouro em direção à Europa. 

O madeirense Tomé Rodrigues Nogueira do Ó (1715), capitão-mor e provedor dos quintos do Registro da Mantiqueira, foi um dos primeiros moradores do local. Foi considerado o fundador da cidade, por ter erguido as suas primeiras construções. A mineração foi, paulatinamente, substituída pela agricultura e pela criação de gado. Destacou-se a grande lavoura do tabaco, que fez de Baependi o centro produtor da Província de Minas Gerais e que representou importante fonte de riqueza até meados do século XIX. 

Atualmente, a economia do município é baseada na agricultura, no comércio, no artesanato, na comercialização de pedras de quartzito e no turismo, já que a beleza natural é o forte da cidade, cercada de montanhas, matas, rios e inúmeras cachoeiras. O artesanato é uma importante atividade econômica em Baependi. As peças feitas em bambu, palha de milho e tronco de cafeeiro são distribuídas em grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e capitais da Região Nordeste do Brasil. 

Baependi está estrategicamente posicionada de forma equidistante de três importantes capitais brasileiras: Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. É uma cidade histórica próxima das estâncias hidrominerais de Caxambu e São Lourenço. A cidade foi escolhida por Nhá Chica para viver sua santidade. Em Baependi, Francisca de Paula de Jesus, Nhá Chica, ergueu uma igreja dedicada à Imaculada Conceição onde hoje se encontram seus restos mortais.
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Parque das Águas de São Lourenço


Hoje em contato direto e permanente com a natureza, o Parque das Águas é considerado um dos mais belos do Brasil, com uma área de 430.000 m de alamedas gramados e jardins fascinante, principal ponto turístico da cidade, preserva uma mata nativa que reúne as mais variadas espécies de animais como macacos, saguis, sauás e micos, vistos com facilidade, além de orquídeas raras que ornamentam as alamedas, um bosque também com árvores raras, como o “Pau Brasil” plantado por Getúlio Vargas em uma de suas visitas a cidade para tratamento com as águas minerais. 

O Parque conta ainda, com um lago de 90.000 m2 para passeios de barcos e pedalinhos, além de área de recreação ao ar livre e, é claro, seu principal produto: as cristalinas fontes de águas minerais. 

O Centro Hidroterápico, mais conhecido como Balneário de São Lourenço, fica localizado as margens do lago e ainda mantém seu estilo colonial. Possui uma aparelhagem completa de fisioterapia, duchas, sauna, massagens, banhos de espuma, banho turco, aplicação de infravermelho, ultravioletas e ultra-som, totalmente equipado para proporcionar o melhor “relex” para os turistas e habitantes da cidade e região. 

Os banhos carbogasosos, tradicionais nos EUA e Europa, são aplicados desde 1950, pela Empresa de Águas São Lourenço.

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